sexta-feira, 20 de março de 2009

English for Pilots and Air Traffic Controllers - Preferences








Falando de AUTORIZAÇÕES


Pilotos dos Estados Unidos preferiram falar a escrever quando respondendo aos controladores de tráfego aéreo não-americanos, mas estavam divididos acerca de falar versos datalink em receber mensagens do ATC - Controle de Tráfego Aéreo.

por Rick Darby

Preocupação acerca do uso da lingua inglêsa não padrão em aviação é frequente levantada em termos de pilotos cujas lingua nativa é outra diferente de inglês. Isso foi, por exemplo, um fator crítico no acidente em 1990 envolvendo o Avianca Voo 52, o qual acidentou-se por causa de falta de combustível na sua terceira aproximação no aeroporto internacional John Kennedy em Nova Iorque após ser colocado numa órbita padrão por mais de uma hora.

Os pilotos foram incapazes de se fazerem entender pelos controladores [de tráfego aéreo] quanto a natureza da emergência deles.
Mas pilotos dos Estados Unidos que tem um conhecimento de inglês nativo encontram problemas em lugares não-americanos onde eles devem comunicar-se com controladores cujo inglês é limitado. Também, em alguns casos, sendo incapazes de entederem comunicação não inglesas na frequência do rádio reduz a consciência situacional deles.

No primeiro de vários relatórios em experiência de voo de pilotos não- americanos e práticas pela FAA dos Estados Unidos[1], pesquisadores descobriram que, baseados em entrevistas de grupos pequenos com pilotos dos Estados Unidos experientes em rotas internacionais, "proficiência no idioma inglês é frequente deficiente em paises de inglês não-nativo e bloqueia comunicação efetiva. Deficiência no idioma inglês abaixo de um certo nível restringe comunicação do Controle de tráfego Aéreo [ATC]. Proficiência idiomática inclui pronúncia, estrutura, vocabulário, fluência, compreensão e interação". Os pesquisadores também perguntaram questões gerais acerca de diferenças de ATC em operações internacionais e como elas afetaram os procedimentos e perfomance dos pilotos.

Doze pilotos de linha aérea de cada das quatro maiores empresas aéreas dos Estados Unidos, de um total de 48, foram entrevistados acerca de suas experiências. Estes pilotos tinham uma média de 15 anos de experiência em voo internacional, com uma média de cinco voos internacionais nos 30 dias antes das entrevistas. Todos relacionaram inglês como seus idiomas primários. Cerca de 60 porcento dos pilotos disseram que eles não sabiam outro idioma além do inglês e entre os outros, a maioria falavam e entendiam um pouco de francês e espanhol.
Respostas foram categorizadas em 10 seções. Este relatório considera suas respostas às primeiras duas seções, "Informação de background" e "Preparação Prevoo". As respostas dos pilotos para questões e discussões durente as entrevistas "fornecem uma riqueza de ideias relacionadas às experiências em voos internacionais", tão bem quanto "suas percepções das situações que eles encontraram", os relatórios dizem.

Embora as respostas dos pilotos fossem parcialmente relatos curtos humorados, eles responderam questionários que capacitaram os pesquiadores a quantificar os resultados. O relatório inclui citações, as quais unem as palavras de vários pilotos pelo bem de criar uma narrativa simples coerente para cada tópico.

Os 48 pilotos dos Estados Unidos listaram 64 áreas geográficas que eles tinham voado nos três meses precedentes às entrevistas (Tabela 1).

Canadá, Inglaterra e México foram trasitados pelo menos 33 porcento dos pilotos. "Eles pousaram suas aeronaves em 47 diferentes paises ou regiões durante este período de tempo", o relatório diz. "Dentro dos 30 dias precedentes às entrevistas, 83 porcento dos pilotos voaram uma média de cinco voos internacionais, incluindo voos múltiplos para Costa Rica, Guatemala e Venezuela".

Pilotos foram perguntados se eles prefeririam comunicações escritas, tais como datalink, à comunicações por voz do ATC. Cerca de 33 porcento preferiram ouvir o ATC, 54 porcento preferiram as ler e 13 porcento não tiveram preferência (Figura 1).

Um comentário explicando a preferência por ouvir mensagens do ATC foi: "Informação é rapidamente tornada conhecida; ela pode ser questionada e esclarecida rapidamente". Uma outra foi: "Lendo mensagens é uma atividade "cabeça baixa" não adequada para muitas fases do voo".

O ponto de vista oposto foi expressado como:"Quando falando para alguns controladores estrangeiros, o inglês deles é ruim, ou os rádios são tão rangentes, que você fica simplesmente escutando o que você pensa que eles vão dizer a você".

Quando RESPONDENDO ao ATC, a maioria preferiu falar a digitar (Figura 2). Isto foi elaborado como: "Falando...é gasto menos tempo e toma menos esforço. É mais fácil corrigir um mal entendido. É também fácil para solicitações não padrão. Falando é mais rápido, e eu posso ouvir a inflexão e cadência na fala".

Pilotos que preferiram digitar suas mensagens para o ATC acreditam que "ela [digitação] minimiza problemas de cotejamentos significantemente. Comunicação escrita grandemente reduz confusão. Para controladores que não falam inglês, datalink seria mais fácil para eles entenderem".

A proxima seção do questionário e entrevista considerou preparação para voos internacionais.
Pilotos foram perguntados quais problemas de idioma eles esperam, ou tem experimentado, quando voando em espaço aéreo não-americano. Eles listaram 109 exemplos de dificuldades baseadas no idioma, as quais os pesquiadores categorizaram em temas (Tabela 2).

"Compreensão do idioma inglês e produção" mais inabilidade de controladores para comunicarem em linguagem clara" contabilizaram 56 porcento de problemas previstos.
"Às vezes, quando você pergunta uma questão básica tratando de condições meteorológicas, condições da pista ou algo que não é padrão, os controladores não podem responder essa questão se ela não for algo que eles esperariam responder como papagaios", foi um exemplo dado das inabilidades de "controladores" para comunicar em categoria de linguagem clara.
Um outro piloto disse, "Algumas vezes há dificuldade em tornar entendidos nossos desejos devido a destreza de compreensão do controlador. Quando há uma grande tempestade entre meu avião e o aeroporto...e eu quero tornar-me entendido pelo controlador que eu não posso fazer o que foi solicitado a mim. Eu direi, "UNABLE" e você pode ver um grande sinal de interogação lá sobre a testa dele. É como se ele estivesse pensando, 'O que significa, UNABLE? Eu dei a você uma ordem. Bem, não é a maneira que nós operamos em nossa companhia. Ele pode prender-me quando nós pousarmos se ele quiser".

A pronúncia dos controladores para os fixos, as intersecções, os waypoints e números, controladores foram considerados um problama maior.
"Devido ao sotaque e a velocidade que eles falam, eu pessoalmente tenho que pedir a eles algumas vezes para repetir mais lentamente ou soletrar foneticamente os [nomes dos] fixos para conseguir entendimento correto", foi um comentário. "Eu tenho que ter certeza de que todos de nós estamos ouvindo a mesma coisa. Eu o tenho visto acontecer onde nós estamos todos ouvindo, mas não posso decidir qual fixo ele está tentando dar-nos. Nós temos sido responsabilizados[requisitados para tarefa] por 18 horas, então dê-nos uma pausa e soletre para nós porque nós não podemos entender a pronúncia".

Um outro comentário foi: "Novamente, por causa do sotaque, nós nunca realmente produzimos uma resposta exatamente ao que ele estava dizendo. Nós propusemos um razoável consenso do que nós pensávamos que ele queria dizer, mas eu não acho que qualquer um de nós estava 100 porcento certo o que era a autorização".

Durante entrevistas com pequenos grupos, "respostas orais foram adaptadas e discussões expandidas para incluir diferenças culturais [em vários países]", o relatório disse.
Perguntado acerca do efeito da diferença em "complexidades de procedimentos" do ATC de país para país nas experiências de voo dos pilotos, cerca de 10 porcento relataram um efeito positivo, cerca de 40 porcento disseram que ele [efeito] era neutro, e metade disse que ele era negativo. Entre as escolhas oferecidas, ninguém disse que o efeito era "muito positivo" ou "muito negativo". Aqueles que acharam a experiência positiva disseram que ela os mantinham nos seus "calos", consciência situacional melhorada e flexibilidade encorajada - "Aviação é um ambiente dinâmico".

Pilotos foram perguntados quanta diferença nas "complexidades de procedimentos" do ATC tinha influenciado suas experiências de voo. Cerca de 54 porcento relataram, ou uma moderada ou considerável influência, e o restante relatou uma influência limitada (Tabela 3, p.52).
Um comentário de um piloto que respondeu "[influciou] para um considerável alcance" foi:"Um dos maiores problemas é, níveis de transição [nível de voo no qual comumente o ajuste do altímetro deverá ser ajustado para QNH ou QNE]. Há alguns lugares que nós voamos onde não sabemos o nível de transição até ele ser reportado no ATIS (Automatic Terminal Information Service].Quando nós chagamos perto o suficiente de onde nós possamos ouvir o ATIS, ele dirá a nós - se nós pudermos entendê-lo - qual é o nível de transição. Ele pode variar em 1000 pés. Um dia ele pode ser 6000, um dia ele pode ser 7000".

Um piloto disse, "eu sinto que nós devemos ter padronização em qualquer lugar onde voarmos. Eu devo esperar que serviço e pilotos de outros paises voem aqui (nos EStados Unidos] e devam esperam esse mesmo serviço. Em outras palavras, nós somos todos melhor servidos por um único padrão global".

O assunto de normas culturais foi mencionado sob o aspecto de complexidades de procedimentos. Um piloto disse, "Na América do Sul, uma porção de controladores tem a opinião que 'o capitão' está sempre certo. Há a hierarquia onde o piloto sabe o que ele está perguntando e o controlador não deve tentar interpretar nada além do que ele [piloto] está perguntando. Se um piloto pede para fazer algo, eles aprovam porque o piloto sabe o que ele quer pedir, mesmo se for perigoso. Assim se 'o capitão' diz que ele quer descer para 6000 pés e há uma montanha de 2000 pés em frente da aeronave, 'o capitão' conseguirá permissão para descer para 6000 pés".
Quarenta dos 48 pilotos relataram que difetentes procedimentos de ATC afetavam suas performances para uma moderada ou para uma escala limitada (Tabela 4).

"No espaço aéreo do Japão, China e Russia, o ATC não tem a habilidade para enfrentar situações de movimentos rápidos como desvios de condições meteorológicas ou turbulência, e eu acho que eles tem que parar e pensar de como [devem] falar para nós em inglês", disse um piloto. "Coisas começam espedaçar e a comunicação pára".

Um outro comentário foi: "Nos Estados Unidos, há uma porção a mais de aproximações ou rotas de chegada, seguidas por uma vetor radar dentro do padrão atrás de alguma outra aeronave, ao passo que vetoração radar em outros lugares, você ou continuará na sua rota, ou se eles necessitarem, ajustarão sua posição em fila, eles dirão, 'após este ponto, em vez de indo para Lucia, você está agora indo direto para Mateo'. Mas uma vez que você chega na aproximação, a rota conduz você para o aeroporto em vez do cotrolador vetorar você durante todo o tempo e as restrições de altitudes tem que ser mantidas em todo percurso ao redor. A diferença é, nos Estados Unidos, é [com] vetores radar, e com controladores em outros paises, você voa a aproximação completa".

Os pilotos entrevistados foram perguntados, "há alguma incongruência entre o que você normalmente entenderia o que está escrito num procedimento e o que o controlador instrui ou espera que você faça durante um voo?" Comentários foram recebidos de 42 pilotos, com o resto ou percebendo nenhum exemplo de incongruências entre procedimentos escritos e instruções de controlador ou expectativas, ou não fornecendo exemplos.

"Eu tenho tido várias ocasiões de ser autorizado para uma STAR - chegada de terminal padrão e ela começa ambigua se você está autorizado a descer via as restrições de altitude de chegada ou não", um piloto disse. "Controladores estrangeiros - especialmente controladores não- nativos ao idioma inglês - são inseguros de como diferenciar essa coisa específica. Na Saída Padrão, você terá uma restrição de altitude e eles autorizarão você diretamente para uma altitude; eles nem sempre querem dizer que você está autorizado a desconsiderar a restrição na passagem de nível na subida. Então, eu a tenho feito um hábito quando isto acontece, cotejar e ter certeza de que eu entendo que a autorização é para subir sem restrição para esta altitude. Uma boa porcentagem do tempo, eles voltam e dizem, 'não, cruze na altitude que está publicada' ou 'cumpra a restrição', mesmo se a altitude designada deva ter removido as restrições".

Nota 1.

Prinzo, O. Veronika; Campbell, Alan. U. S. Airline Transport Pilot International Flight Language Experiences, Report 1: Background Information and General/Pre-Flight Preparation. Report DOT/FAA/AM-08/19. Setember 2008. Available via the Internet at www.faa.gov/library/reports/medical/oamtechreports/2000s/media/200819.pdf

Março 2009Jornal da Fundação Flight Safety

segunda-feira, 16 de março de 2009

Interceptação de Avião - Regras



4.8.8 MÉTODO DE INTERCEPTAÇÃO (NR) – Portaria DECEA nº 14/ SDOP de 09/05/2007

4.8.8.1 Deve ser estabelecido um método padrão para a manobra de aeronave que intercepta uma aeronave civil, a fim de evitar qualquer perigo para a aeronave interceptada. Tal método deve levar em conta as limitações de performance da aeronave civil e que seja evitado voar tão próximo da aeronave interceptada, que possa ser criado um perigo de colisão. Devese ainda evitar o cruzamento da trajetória de vôo da aeronave interceptada ou executar manobras desnecessária, que possam gerar esteira de turbulência à frente da aeronave interceptada, especialmente se a mesma for uma aeronave leve.

4.8.8.2 Uma aeronave equipada com ACAS que estiver sendo interceptada pode entender a aeronave interceptadora como um risco de colisão e, desse modo, iniciar uma manobra de fuga em resposta a um aviso de resolução ACAS. Tal manobra poderia ser mal-interpretada pela aeronave interceptadora como uma indicação de intenção hostil. É importante, portanto, que o piloto de aeronave interceptadora, equipada com transponder de radar secundário de vigilância, suprima a transmissão de informação de pressão-altitude (resposta em Modo C ou no campo AC resposta em Modo S) dentro de um alcance de, pelo menos, 37 km (20 NM) daaeronave que está sendo interceptada. Isso impede o ACAS da aeronave interceptada de usar os avisos de resolução com respeito à aeronave interceptadora, enquanto a informação de aviso de tráfego do ACAS permanece disponível.

4.8.8.3 O método seguinte é recomendado para manobra de aeronave interceptadora com a finalidade de identificar visualmente uma aeronave civil:
- Fase I: A aeronave interceptadora deverá aproximar-se da aeronave interceptada por trás. A aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada deverá normalmente situar-se à esquerda, ligeiramente acima e à frente da aeronave interceptada, dentro da área de visão do piloto desta e a uma distância mínima de 300m da aeronave. Qualquer outra aeronave participante deve permanecer bem afastada daquela interceptada, de preferência acima e atrás da mesma. A aeronave deve, se necessário, proceder com a Fase II do procedimento, depois que velocidade e posição terem sido estabelecidas.

- Fase II: A aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada deverá começar a aproximar-se, lentamente, da aeronave interceptada no mesmo nível sem aproximar-se mais do que o absolutamente necessário para obter a informação de que necessita. A aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada deverá tomar precauções para evitar sobressaltar a tripulação ou passageiros da aeronave interceptada, levando em conta que as manobras consideradas normais para uma aeronave interceptadora podem ser consideradas perigosas para tripulantes e passageiros de uma aeronave civil. Qualquer outra aeronaveparticipante deverá continuar bem afastada da aeronave interceptada. Após a identificação, a aeronave interceptadora deverá retirar-se da proximidade da aeronave interceptada como indicado na Fase III.

- Fase III: A aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada deverá mudar lentamente sua rota, desde a aeronave interceptada, num vôo picado, pouco acentuado. Qualquer outra aeronave participante deverá permanecer bem afastada da aeronave interceptada e reunir-se ao seu líder.

4.8.8.4 Se, depois das manobras de identificação das Fases I e II, for considerado necessário intervir na navegação da aeronave interceptada, a aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada deverá normalmente situar-se à esquerda, ligeiramente acima e à frente da aeronave interceptada, para permitir que o piloto em comando desta última veja os sinais visuais dados.

4.8.8.5 É indispensável que o piloto em comando da aeronave interceptadora esteja consciente de que o piloto em comando da aeronave interceptada perceba a interceptação e reconheça os sinais dados. Se repetidas tentativas para chamar a atenção do piloto em comando da aeronave interceptada pelo uso dos sinais da Série 1 da Tabela 2 forem mal sucedidas, podem ser usados outros métodos de sinalização para essa finalidade, inclusive, como último recurso, o efeito visual da pós-combustão, contanto que nenhum perigo seja criado para a aeronave interceptada.

4.8.8.6 Devido a condições meteorológicas ou topográficas é admitido que a aeronave líder ou a aeronave interceptadora isolada tome posição à direita, ligeiramente acima e à frente da aeronave interceptada. Em tal caso, o piloto em comando da aeronave interceptadora deverá ter todo o cuidado para que sua aeronave seja claramente visível a todo momento pelo piloto em comando da aeronave interceptada.

4.8.9 ORIENTAÇÃO DA AERONAVE INTERCEPTADA
4.8.9.1 Deverá ser proporcionada, por radiotelefonia, à aeronave interceptada a orientação de navegação e a informação correspondente sempre que se estabeleça contato rádio.

4.8.9.2 Quando se proporcionar orientação de navegação a uma aeronave interceptada, muito cuidado deve ser tomado para que ela não seja conduzida em condições de visibilidade reduzida, abaixo do especificado, para manter o vôo em condições meteorológicas visuais e para que as manobras ordenadas à referida aeronave interceptada não aumentem os perigos existentes, caso a eficácia operacional da aeronave se encontre diminuída.

4.8.9.3 No caso excepcional em que se exige que uma aeronave civil interceptada pouse no território sobrevoado, deve-se ter também o cuidado de:

a) o aeródromo designado ser adequado para o pouso seguro do tipo de aeronave interessada, especialmente se o aeródromo não for normalmente usado para operação de transporte civil;

b) o terreno circunvizinho ser satisfatório para circular e para manobras de aproximação e de aproximação perdida;
c) a aeronave interceptada ter reserva suficiente de combustível para chegar ao aeródromo;

d) o aeródromo designado ter uma pista com uma extensão equivalente a, pelo menos, 2000m do nível médio do mar e o nível de resistência suficiente para suportar a aeronave, se a aeronave interceptada for de transporte civil, e

e) sempre que possível, o aeródromo designado estar descrito em detalhes na Publicação de Informação Aeronáutica pertinente.

4.8.9.4 Ao requerer que uma aeronave civil pouse em um aeródromo desconhecido, é indispensável ser dado tempo suficiente a fim de que ela se prepare para o pouso, tendo em consideração que somente o piloto em comando da aeronave civil pode julgar a segurança da operação em relação ao comprimento da pista e à massa da aeronave nesse momento.

4.8.9.5. É particularmente importante que todas as informações necessárias para facilitar aproximação e pouso com segurança sejam fornecidas à aeronave interceptada através de radiotelefonia.

4.8.10 SINAIS VISUAIS AR-AR

Os sinais visuais que deverão ser utilizados pela aeronave interceptadora são os estabelecidos no item 4.8.13. É essencial que a aeronave interceptadora e a aeronave interceptada apliquem estritamente esses sinais e interpretem corretamente os sinais dados pela outra aeronave, e que a aeronave interceptadora tenha especial atenção a qualquer sinal dado pela aeronave interceptada para indicar que se encontra em situação de emergência.

4.8.11 COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O ÓRGÃO DE CONTROLE DE INTERCEPTAÇÃO OU A AERONAVE INTERCEPTADORA E A AERONAVE INTERCEPTADA

Quando uma interceptação está sendo realizada, o órgão de controle de interceptação e a aeronave interceptadora deverão:

a) em primeiro lugar, tentar estabelecer comunicação bilateral com a aeronave interceptada, em idioma comum, na freqüência de emergência 121.5 MHz, utilizando os indicativos de chamada "CONTROLE DE INTERCEPTAÇÃO","INTERCEPTADOR" (indicativo de chamada) e "AERONAVE INTERCEPTADA" respectivamente; e

b) se isso não der resultado, tentar estabelecer comunicação bilateral com a aeronave interceptada em qualquer outra freqüência ou através do órgão ATS apropriado

4.8.12 COORDENAÇÃO ENTRE OS ÓRGÃOS DE CONTROLE DE INTERCEPTAÇÃO E OS ÓRGÃOS DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO

É indispensável que se mantenha estreita coordenação entre o órgão de controle de interceptação e o correspondente órgão ATS durante todas as fases da interceptação de uma aeronave que seja ou possa ser uma aeronave civil, a fim de que se mantenha bem informado o órgão ATS do desenvolvimento, assim como das medidas que são requeridas da aeronave interceptada.
Tabela 2

NOTA 1 – As condições meteorológicas ou do terreno podem obrigar a aeronave interceptadora a tomar uma posição ligeiramente acima, à frente e à direita da aeronave interceptada e efetuar a curva subseqüente à direita.

NOTA 2 – Se a aeronave interceptada não puder manter a velocidade da aeronave interceptadora, esta última efetuará uma série de esperas em hipódromo e balançará asas cada vez que passar pela aeronave interceptada.
Tabela 3

quarta-feira, 4 de março de 2009

Microsoft Flight Simulator - Training Real Pilots?





Middle Tennessee State University


DR. WENDY S. BECKMAN
Associate Professor
CONTACT: Office: BAS S250
Phone: (615) 494-8755
Fax: (615) 893-2335
Email: wbeckman@mtsu.edU

Pilotos em estudos de treinamento de Voo

Quantidade de pilotos estudantes e instrutores de voo tem gastado horas no solo divertindo-se com programas de simulação de voo, mas os programas não são geralmente usados como auxílios reais para treinamento.
Entretanto alguns pesquisadores na Middle Tennessee State University estão trabalhando num estudo para avaliar e efetividade do Microsoft Flight Simulator no treinamento de pilotos privados.

Uma das pesquisadoras nesse projeto Wendy Beckman, quer saber se o software pode também ter um efeito nos estudantes estudando com intenção de conseguir seus certificados de Vôo por Instrumentos. Então ela planejou uma Pesquisa, com exatos 12 questões e está convidando pilotos com Certificados de Vôo por Instrumentos a participar.

A pesquisa toma somente alguns minutos ao preencher o formulário e deve ser enviado para que a pesquisadora Beckman complete sua análise."O ponto do ensaio é exatamente determinar se há algum benefício do software para os pilotos", disse a pesquisadora.

"Há uma porção de opinião acerca disso", disse ela, "mas seria ótimo ter alguns dados".
Pilotos podem participar, se usaram ou não o Flight Simulator da Microsoft, ou se o usaram durante seus treinamentos ou após para manter a proficiência.

Participantes serão mantidos ANÔNIMOS e nenhuma identificação será coletada.




Preencher, Imprimir e enviar anexado

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Pesquisa de Opinião Pública

1. Em qual ano você recebeu da ANAC [ou DAC] seu primeiro Certificado de Vôo por Instrumentos?

Ano (4 dígitos)

2. Sob qual RBHA do Código Brasileiro de Aeronáutica você primeiramente voou?

RBHA 91
RBHA 121
RBHA 135
Outro

3. Você usou o programa de Simulador de Vôo da Microsoft enquanto estava treinando para seu certificado de Vôo Por Instrumentos?

SIM NÃO

4. Se SIM, por favor indique qual das seguintes experiências você praticou utilizando o Simulador de Vôo da Microsoft enquanto treinando para seu certificado de Vôo por Instrumentos?

Procedimentos e Lista de Verificação SIM NÃO
Vôo por Instrumento Vôo BásicoSIMNÃO
Navegação em RotaSIMNÃO
Procedimentos de Aproximação por InstrumentosSIMNÃO
Órbitas Padrão e Entradas em ÓrbitasSIMNÃO
Falhas de Equipamento/InstrumentoSIMNÃO
Radio Procedimentos/FraseologiaSIMNÃO
AVIONICS sintonia e UsoSIMNÃO
Tomada de Decisão AeronáuticaSIMNÃO


5. Por favor classifique a eficácia do pacote de programa para cada das esperiências que você indicou praticar na questão 4.
Muito EficazEficazNeutroIneficazMuito Ineficaz
Procedimentos e Lista de Verificação
Vôo por Instrumento Vôo Básico
Navegação em Rota
Procedimentos de Aproximação por Instrumentos
Órbitas Padrão e Entradas em Órbitas
Falhas de Equipamento/Instrumento
Radio Procedimentos/Fraseologia
AVIONICS sintonia e Uso
Tomada de Decisão Aeronáutica


6. Por favor estime o número total de horas que você gastou usando do Simulador de Vôo da Microsoft enquanto treinando para seu Certificado de Vôo por Instrumentos.

TOTAL HORAS

7. Desde que você conseguiu o Certificado de Vôo por Instrumentos, você tem usado o Simulador de Vôo da Microsoft para manter ou melhorar sua proficiência?

SIM NÃO

8. Sim SIM, qual experiência você pratica utilizando o Simulador de Vôo da Microsoft?

Procedimentos e Lista de Verificação SIM NÃO
Vôo por Instrumento Vôo BásicoSIMNÃO
Navegação em RotaSIMNÃO
Procedimentos de Aproximação por InstrumentosSIMNÃO
Órbitas Padrão e Entradas em ÓrbitasSIMNÃO
Falhas de Equipamento/InstrumentoSIMNÃO
Radio Procedimentos/FraseologiaSIMNÃO
AVIONICS sintonia e UsoSIMNÃO
Tomada de Decisão AeronáuticaSIMNÃO
Proficiência em AVIONICS ManutençãoSIMNÃO
Prévia Aproximação em Aeroportos Não FamiliaresSIMNÃO


9. Por favor classifique a eficácia do software para cada dos itens que você indicou praticar na questão 8.
Muito EficazEficazNeutroIneficazMuito Ineficaz
Procedimentos e Lista de Verificação
Vôo por Instrumento Vôo Básico
Navegação em Rota
Procedimentos de Aproximação por Instrumentos
Órbitas Padrão e Entradas em Órbitas
Falhas de Equipamento/Instrumento
Radio Procedimentos/Fraseologia
AVIONICS sintonia e Uso
Tomada de Decisão Aeronáutica
Proficiência em AVIONICS Manutenção
Prévia Aproximação em Aeroportos Não Familiares


10. Por favor estime as horas por mês que você gasta utilizando o Simulador de Vôo da Microsoft para praticar suas experiências de vôo por instrumentos.

Horas Mensais

11. Se você usa o Simulador de Vôo da Microsoft para proficiência, você tipicamente pratica uma
experiência específica, ou você o usa para voar um "cenário" (por exemplo, um segmento particular de vôo)?

Experiência específica Cenário

12. Por favor sinta-se à vontade para acrescentar quaisquer comentários adicionais.




Middle Tennessee State University

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Turkish Airlines Flight TK 1951 crash - Schiphol - Amsterdam

Click on pictures for Closer view


METAR 250955Z 21010kKT 4500 BR BKN007 OVC008 05/04 Q1027 TEMPO 2500

TAF 250522Z 2506/2612 22008KT 6000 BR FEW012 BKN016 BECMG2508/2511 SCT004 BKN006 TEMPO 2508/2521 4000 BR -DZ PROB30 TEMPO 2508/2514 1200 -DZRA SCT002 BKN003 BECMG 2511/2514 24012KT BECMG 2523/2602 27015KT BECMG 2602/2605 9999 NSW FEW020 BECMG 2608/2611 28017G28KT
DECODING [decodificação] Horários de Greewich. Para o Brazil GMT -3

METAR 250955Z 21010KT 4500 BR BKN007 OVC008 05/04 Q1027 TEMPO 2500 [ METAR é uma OBSERVAÇÃO]

Dia 25 FEV 0955 Zulu (hora em Greenwich]
Vento de 210 graus com 10 Knots
Visibilidade 4500 metros
Névoa úmida
Primeira camada de nuvem NUBLADO [5 a 7 oitavos] a 700 pés
Segunda camada de nuvem ENCOBERTO [8 oitavos] a 800 pés
Temperatura do Ar 5 graus positivos
Temperatura do Ponto de Orvalho 4 graus positivos
Ajuste do Altímetro 1027 hectoPascal

TENDÊNCIAS [Mudanças esperadas]
TEMPO [mudanças temporárias menores que 1 hora cada uma e a soma de todas não alcança metade do período total previsto]
Visibilidade 2500 metros

TAF 250522Z 2506/2612 22008KT 6000 BR FEW012 BKN016 BECMG 2508/2511 SCT004 BKN006 TEMPO 2508/2521 4000 BR -DZ PROB30 TEMPO
2508/2514 1200 -DZRA SCT002 BKN003 BECMG 2511/2514 24012KT BECMG 2523/2602 27015KT BECMG 2602/2605 9999 NSW FEW020 BECMG
2608/2611 28017G28KT [TAF é uma PREVISÃO]

Dia 25 FEV 0522Z [hora em Greenwich]
Validade das 06 horas do dia 25 FEV até 12 horas do dia 26 FEV
Vento de 220 graus com 8 Knots
Visibilidade 6000 metros Névoa Úmida
Primeira camada de nuvem ESPARSA [1 a 2 oitavos] a 1200 pés
Segunda camada de nuvem NUBLADO [5 a 7 oitavos] a 1600 pés

TENDÊNCIAS
BECOMING [alcança ou ultrapassa valores estabelecidos mudando de forma gradual DURANTE o período que NÃO deve exceder 2 horas]

Horário das 08 horas até 11
Primeira camada de nuvem ESPARSA [1 a 4 oitavos] a 400 pés
Segunda camada de nuvem NUBLADO [1 a 7 oitavos] a 600 pés

TEMPO [flutuação temporária e apenas o elemento esperado mudar é informado]
Dia 25 FEV das 08 até 21 horas
Visibilidade 4000 metros
Névoa ÚmidaChuvisco Leve
Probabilidade de 30% do fenômeno acontecer

TEMPO [outra flutuação temporária]
Dia 25 FEV das 08 até 14 horas
Visibilidade 1200 metros CHUVISCO e CHUVA Leve [o fenômeno predominante é informado primeiro, -DZ]
Primeira camada de nuvem ESPARSA [1 a 4 oitavos] a 200 pés
Segunda camada de nuvem NUBLADO [1 a 7 oitavos] a 300 pés

BECOMING [mudança gradual]
Dia 25 FEV das 11 até 14 horas Vento de 240 graus com 12 Knots

BECOMING (mudança gradual]
Dia 25 FEV das 23 até 02 do dia 26 FEV
Vento de 270 graus com 15 Knots

BECOMING [mudança gradual]
Dia 26 FEV das 02 até 05
Visibilidade maior que 10000 Km nos setores NORTE até SUDOESTE
Primeira camada de nuvem POUCAS [1 a 2 oitavos] a 2000 pés

BECOMING [mudança gradual]
Dia 26 FEV das 08 até 11 horas
Vento de 280 graus com 17 Knots e RAJADAS de 28 Knots

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Continental Flight 3407 Transcript - Last Moments


Continental Airlines ( a COLGAN ) plane involved is similar to this aircraft
NTSB last briefing:
NASA video teaches dangers of tailplane icing
NTSB previus briefing:
Investigators have gathered evidence that pilot commands not a build up of ice on the wings and tail.
The flight data recorders show that the flight was routine until roughly a minute before impact, when the crew lowered the landing gear and extended the flaps.
Almost immediately, the airspeed bled off and the stick-shaker activated, followed by a stick-pusher that automatically lowered the nose. It appears the captain pulled back on the stick with enough force to overpower the pusher and added power, causing a 31-degree pitch-up. The wings immediately stalled, and the airplane whipped to the left, then entered a steep right turn. The pilots continued to fight with the controls, and they were starting to recover when they "ran out of altitude.
NTSB previous briefing:
The crew got a stall warning and the stick pusher engaged but still the aircraft pitched upward 31 degrees before turning almost 180 degrees and dropping onto a house near the outer marker for Buffalo Niagara International Airport. The sequence of events, which included a 45-degree dive with a 106-degree right bank ended 26 seconds later.
The aircraft's anti-icing system had been ON for most of the flight and, while both pilots discussed the "significant" icing their aircraft was experiencing, at no time did they use the "severe icing" descriptor that is the official notification of flight-threatening buildup.
"They [the crew] didn't say that it was severe icing....The weatherman didn't say that it was severe icing."
The last radar hit showed the aircraft with a forward speed of only 100 knots and it lost 800 feet in five seconds.
The autopilot was ON for part of the sequence and the engines were set to full power just before impact.
NTSB previous briefing:
Crew briefed ILS approach to runway 23 in Buffalo and
discussed visibility 3 miles, snow and mist at 16000, visibility hazy so requested 12000 shortly after cleared to 11000, FDR showed airframe de-ice selected ON, followed by a cockpit discussion of significant ice on windshield and leading edge of wings.
Final events timeline:
End-of-recording minus 1 min: landing gear selected down
End-of-recording minus 40 secs: flaps 15 selected
"within seconds of flap selection": "series of severe pitch and roll excursions"
"shortly after that": crew attempted to raise flaps and gear "just before the end of the recording"

Last moments of Flight 3407 (many other ATC-Flights transmissions have been left out)

Transcript of communications with Air Traffic Control February 13, 2009
MINUTES:SECONDS
4:38 - ATC: colgan 3 40 7 proceed direct to TRAVA

4:58 - ATC: colgan 3 40 7 descend and maintain 6,000

8:39 - ATC: colgan 3 40 7 descend and maintain 5,000

8:40 - 3407: 5,000 for colgan 3 40 7

9:09 - ATC: colgan 3 40 7 descend and maintain 4,000

12:14 - ATC: colgan 3 40 7 descend and maintain 2,300

12:19 - 3 40 7

12:39 - ATC: colgan 3 40 7 turn left heading 330

12:42 - 3407: left heading 330 colgan 3 40 7

14:04 - ATC: colgan 3 40 7 turn left heading 310

14:07 - 3407: left heading 310, colgan 3 40 7

15:08 - ATC: colgan 3 40 7 3 miles from KLUMP turn left heading 260? maintain 2300 till established localizer and cleared ils runway 23

15:17 - 3407: left 260, 2,300 til established and cleared ils 23 approach, colgan 3 40 7

16:02 - ATC: colgan 3 40 7 contact tower 120.5 have a good day

16:08 - 3407: colgan 3407

17:01 - ATC: colgan 3 40 7, approach

17:22 - ATC: colgan 3 40 7, Buffalo

17:24 - ATC: colgan 3 40 7, approach

17:33 - ATC: DELTA 1998, look out ur left side about 5 miles for a dash 8, should be 2300 feet, see anything there?

17:40 - DELTA 1998: uh! negative, DELTA 1998, we're just in the bottoms and nothing on the TCAS

17:48 - ATC: Colgan 3 40 7, Buffalo

20:12 - ATC: Colgan 3 40 7, Buffalo tower, how do you hear?

20:27 - ATC: this is ground communication, I need to talk to someone at least 5 miles NorthEast, OK possibly clearance, that area right there, akron area, either state police or sheriff's department, I need to find if anything's on the ground. This aircraft was 5 miles out and all of a sudden we have no response from that aircraft

20:46 - ???: all I can tell you is that aircraft over the marker and we're not talking to them now

20:52 - ???: k

21:04 - ATC: Delta 1998, you getting any icing where you're at?

21:05 - Delta 1998: uh, we're picking up on the way down - I dont think we're building anymore here, but about uh 6500 down to 3500 maybe?

21:13 - ATC: thank you sir

21:17 - ATC: Delta 1998, there's gonna be a delay, I'm gonna bring you back around, expect a hold over KLUMP
21:22 - Delta 1998: alright we'll expect a hold over KLUMP, delta 1998

21:46 - apparently we have an emergency sir, I'll get back to you as soon as I can

23:57 - ATC: for all aircraft, this frequency - we have a Dash-8 over the marker that didn't make the airport. he appears about 5 miles away from the airport. delta 1998, I'm gonna bring you in sir, on the approach. um! if you could just give me a fire up when you get to 2300 and if you have any problems with the localizer or anything, let me know - however we're showing it all in the green here.
24:22 - 1998: will do

24:45 - ATC: Delta 1998, 6 miles from KLUMP maintain 2300 until established on a localizer, clear to ILS approach runway 23

24:54 - delta 1998: ILS 23 and we're still in the imc here, 2300 DELTA 1998

25:00 - atc: are you getting any kind of icing or anything there?

25:03 - DELTA 1998: uhh! It doesn't appear to be building, we have a 1/2..1/4 inch from the descent that has remained this whole time

25:11 - atc: thank you
25:13 - ATC: Cactus 1452 turn right heading 220 to intercept LOCALIZER

25:18 - cactus 1452 intercept LOCALIZER cactus 1452 and we've been picking up ground lights here for the last or 10 minutes

25:25 - atc: okay, stand by right for our ice report

25:36 - atc: who was that?

25:39 - cactus 1452: '52 sir, we've been getting ice since about 20 miles south of the airport

25:46 - atc: - cactus 1452 OK, if you can let me know when you get out of the icing, aircraft coming up from the south was reporting that earlier

25:25 - atc: DELTA 1998, if you could, just disregard the auto land sir, contact 120.5 just let him know if you have any variation in the LOCALIZER or anything

26:34 - DELTA 1998: -5 OK, DELTA 1998, thanks

27:05 - ???? ...any kind of information you can get, we'd appreciate it

27:12 - ???? sir, right now, 2300 seems pretty clear here

28:05 - atc: cactus 14 52, thanks for your help, we appreciate it, contact tower 130.5

28:12 - cactus: ..5 for cactus - did you find Colgan?

28:14 - atc: uhhhh! unfortunately they said he went down right over the marker KLUMP

29:17 - cactus 14 52: tower, cactus 14 52 is coming up on the marker, we saw the ground, you guys know whats going on?

29:24 - tower: cactus 14 52, Buffalo tower 126.15 going right 23, you are clear to land, yes sir, we are aware

29:29 - cactus 1452: k

Weather
METAR
KBUF 130454Z 26014KT 3SM -SN BR SCT011 OVC021 01/00 A2983 RMK AO2 SLP109 P0004 T00060000 401060000=
Dia 13 23:54 Local (-5 horas em relação a Greenwich), Vento de 260 graus com 14 Knots, Visibilidade 4956 metros, Neve leve, Névoa úmida, Primeira camada de nuvens ESPARSAS a 1100 pés, segunda camada de nuvens ENCOBERTA a 2100 pés, temperatura 1 grau positivo, temperatura do Ponto de orvalho 0(zero) grau, Ajuste do altímetro 29.83 polegadas de Hg, Observação: AO2 = o sitio da observação tem sensores AUTOMATIZADOS de precipitação, Pressão ao Nível do Mar 109

KBUF 130354Z 24011KT 3SM -SN BR SCT011 OVC021 01/M01 A2981 RMK AO2 SLP103 P0002 T00061006=

KBUF 130254Z 24015G22KT 3SM -SN BR FEW011 BKN021 OVC027 01/M01 A2979 RMK AO2 SLP097 P0001 60004 T00061006 51015=

KBUF 130154Z 24015G23KT 3SM -SN BR FEW011 OVC021 01/M01 A2978=

-SN = Neve Leve

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

ANAC - Consulta Pública contra Pilotos CIVIS

Esta imagem é apenas um Modelo do Formulário de Consulta Pública da ANAC.
Use o link no final do Post para baixar o Formulário em branco.


PILOTOS CIVIS.

É hora de darmos a nossa opinião.

A ANAC abriu Consulta Pública em 04 FEVEREIRO 2009


A idéia proposta já consta da minuta de mudança da Regulamentação, se aprovada, qualquer piloto militar poderá assumir os controles de uma aeronave de empresa COMERCIAL em voo regular, tomando o lugar do co-piloto.

Basicamente o militar voaria pela empresa, mas por ser militar continuaria sendo remunerado pela FAB. Receberiam o treinamento e formariam um batalhão de pilotos à disposição das empresas comerciais.

Se isso for aprovado corre-se o risco das empresas darem preferência aos militares para corte de gastos.
A proposta é para adicionar o seguinte parágrafo na seção 121.545 do RBHA.

(d) um piloto das Forças Armadas, autorizado pelo detentor do certificado de empresa de transporte aéreo operador da aeronave e pelo piloto em comando, e devidamente qualificado, conforme Programa de Treinamento aprovado do operador da aeronave.

Qualquer um pode participar da Consulta Pública, não precisa ser piloto, e dar a sua opinião a respeito disso, basta acessar o link:


Fça o download do formulário que está no formato .DOC do WORD, preencha e o envie para o e-mail especifico grsso@anac.gov.br

Baixe aqui o Formulário ANAC Consulta Pública e veja na imagem deste Post o modelo do formulário.
Não esqueça de REDIGIR sua sugestão para o TEXTO proposto a ser incluído na regulamentação.