domingo, 16 de setembro de 2007
Go-Around & EGPWS - Segurança de Vôo
ENGLISH (audio) PORTUGUÊS (legenda)
ARREMETER uma aeronave é responsabilidade de ambos pilotos.
Dizer, NÃO, para o Controlador de Tráfego Aéreo, quando pilotos não se sentem confortáveis na aproximação para pouso, OTIMIZA a Segurança do Vôo.
Recomendações da Flight Safety Fundation.
Video com 15 MB.
sábado, 15 de setembro de 2007
STALL em curva de 45 graus - Treinamento
Mesmo video em alta resolução ( 41 MB)
Voando no Pre-Stall em curva.
http://video.google.com/videoplay?docid=359130413281567296
Congonhas - Redução de Tamanho de Pistas - INSEGURANÇA

ASDA = TORA + Stopway.
Se a ASDA = TORA (1640 = 1640), como está especificada no NOTAM do dia 15 AGO 2007, os pilotos DEVEM concluir que as STOPWAYS para as pistas de Congonhas, estão OBRIGATORIAMENTE dentro da distância disponível de 1640 metros.
Em outras palavras, conforme está escrito no NOTAM, NÃO está sendo "criada" a tão propalada área de parada em emergência (STOPWAY), vulgarmente chamada de área de escape. O legislador excluiu nas pistas, as supostas áreas que o Ministro da Defesa contou para imprensa que estavam sendo criadas para aumentar a segurança do vôo.
Deverão modificar a REDAÇÃO do NOTAM, se realmente estiverem querendo que os primeiros 150 metros, ANTES das NOVAS demarcções de cabeceiras das pistas, tenham valor de área STOPWAY.
Com uma nova redação para o NOTAM, a ASDA ficará com 1790 metros = 1640 + 150.

É uma providência que trará mais preocupação para os pilotos com relação ao ponto de toque na pista.
Os pilotos terão que mirar numa TDZ mais adiante e INDUZIRÁ perigosamente o abandono da Rampa de Planeio para tentar voar o mais baixo possível SOBRE a RESA e tocar na pista nos primeiros metros dentro da TDZ.
É contrasenso em se tratando de pretenso aumento de segurança da operação de pouso em Congonhas.
Teremos portanto para uma aeronave aproximando para pouso na cabeceira 17 R:
- 1940 - 150 = 1790 metros (RESA, sem finalidade para pouso, sobrevôo apenas)
- 1790 – 300 = 1490 metros (50 pés sobre a cabeceira até o toque, VARIÁVEL)
- 1490 – 150 = 1340 metros LDA (RESA, com finalidade apenas para parada)
Serão exigidos AUTOBRAKE ajustados em MÁXIMO assim diminuindo a vida útil de pneus e aumentando estresse sobre a estrutura da aeronave, não importando o peso que a aeronave estiver.
No caso de ARREMETIDA por qualquer motivo, não serão admitidos retardos para esta ação.
sábado, 8 de setembro de 2007
Fluxo de SIM-NÃO do acidente TAM 3054
terça-feira, 4 de setembro de 2007
TAM 3054 - britânico Engenheiro Mecânico de Avião ALERTA


From a British aviation mechanical engeneer for Airbus 320
"Some pilots here have jumped to the conclusion that the PF left No.2 TL in the climb detent.
That may very well be the case. However, all that can be inferred from the FDR trace is that the FDR continued to record TLA at CLB.
This is how the thrust lever mechanism works: [see image above]
the thrust lever moves a control rod which moves an input/output lever on the artificial feel unit (this provides friction to stop the TLs from wobbling about plus the detents and stops).
The other end of the artificial feel unit input/output lever moves another rod which moves the input lever on the throttle control unit. The throttle control unit contains the RVDT resolvers which provide an anologue TLA signal to the ECUs. All of this lot is in the centre pedestal.
Each end of each control rod is located to its lever by a nut and bolt. Each nut is locked by a split pin. There are 4 such nut/bolt/split pin connections between thrust lever and throttle control unit.
Failure of either end connection on the artificial feel unit to throttle control unit rod would result in a normal-feeling TL but a frozen and valid TLA output from the throttle control unit.
(Caveat: the TCU incorporates a "safety device" which drives the resolver out of range if the "driving device" fails.
I believe this refers to the TCU internal driving device rather than a failure of drive into the TCU.
But Failure of either end connection of the thrust lever to artificial feel unit rod would result in a floppy thrust lever ( "look this" ? ) but a frozen and valid TLA output from the TCU.
In addition to the above there are the following possible failure modes:
- failure of the thrust control unit mountings
- failure of the artificial feel unit mountings
- unsignalled mechanical failure of the thrust control unit
- mechanical failure of the artificial feel unit
To my mind, the most likely of the above is a failure of one of the rod-end nut/bolt/split pin connections.
Here are some questions.
1 - Was there any recent maintenance work on the TL linkages?
2 - What physical evidence is there from the wreckage of the state of the TL mechanism?
3 - Might a proper spectoscopic analysis of the CVR recording show only one, or both TLs hitting the idle stop?
4 - Why is the design such that the primary connection is to the "secondary " feel unit function and the secondary connection is to the "primary" control function?
5 - Why not have the RVDTs on the TL pivot?
It is very, very unlikely that the failure modes that I have identified here would occur.
My point in this, is simply that these failure modes need proper investigation."
Isto é como o mecanismo da manete de potência funciona: (acompanhe na imagem )
a manete de potência move uma haste [=ROD] a qual move uma manete de Entrada/Saída na unidade sensora artificial ( esta fornece fricção para parar as TLs [=Manetes de Potência] de balançar, tremer, vibrar, quando estiverem nas proximidades dos batentes e paradas).
A outra ponta da manete da unidade sensora artificial de Entrada/Saída, move uma outra haste [=ROD] a qual move a manete de Entrada na caixa da unidade de manete. A unidade de controle da manete contém os separadores RVDT os quais fornecem um sinal analógico da TLA para as ECUs (=Engine Control Unit]. Tudo isto está no pedestal central.
Cada ponta de cada haste [= ROD] de controle é presa na sua manete por uma porca e parafuso. Cada porca é travada por um grampo. Há 4 conexões semelhantes grampo/porca/parafuso entre a manete de potência e a unidade de controle de manete.
Falha de qualquer das duas conexões das pontas na unidade sensora artificial com a haste da unidade de controle de manete, resultaria numa sensibilidade-normal da TL, menos uma saída de sinal de TLA paralisada e valida da unidade de controle de manete.
Eu acredito que isto refere-se ao dispositivo interno de condução da TCU, mais do que a uma falha de conduzir da TCU.
Falha de qualquer ponta de conexão da manete de potência para a haste da unidade sensora artificial, resultará numa manete de potência afrouxar ( "look this" dita pelo piloto às 18:48:33.3 e segue com a frase do co-piloto, às 18:48:34.4 "decelarate, decelarate" e a resposta angustiante, às 18:48:35.9 "it can't, it can't" ), menos um sinal de saída de TLA paralisada e válida da TCU.
Em adição ao [descrito] acima há as seguintes possíveis falhas:
- falha dos suportes da unidade de controle de potência.
1- Houve algum trabalho de manutenção recente nas conexões da TL [=Manete de Potência]?
Meu ponto de vista, é que simplesmente estes tipos de falhas necessitam de investigação apropriada."
sábado, 1 de setembro de 2007
TAM 3054 - Aceleração BRUSCA antes do pouso




