segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Flock of Planes - Year 2050



Intelligent planes that are propelled into the air, flock in formation and fly 'express skyways' could cut time, delays, stress and emissions, according to Airbus experts.delays, stress and emissions, according to Airbus experts.

 Aviões inteligentes que são impulsionados no air, bando em formação e voam 'aerovias expressas' poderiam encurtar tempo, atrasos, estresse e emissões poluentes de acordo com especialistas da Airbus.
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Charles Champion
Executive Vice President Engineering, Airbus

Those behind the wheel during rush hour aren't the only ones stuck in traffic. Airbus says air passengers already spend more than 500 million hours in the air unnecessarily every year. Reasons include inefficient aircraft operations and routes that are anything but 'direct'. That equates to nine million tonnes of avoidable excess fuel and more than 28 million tonnes of CO2. The numbers are set to rise with passenger growth expected to grow.

Aqueles atrás das rodas durante as horas de rush não são os únicos presos no trânsito. A Airbus diz que passageiros aéreos já gatam mais de 500 milhões de horas no ar desnecessariamente cada ano. Razões incluem operações ineficientes de aeronave e rotas que são tudo, menos ‘direta’. Isso equaciona em nove milhões de toneladas evitáveis excesso de combustível  e mais de 28 milhões de toneladas de Dióxido de Carbono – CO2. Os números estão ajustados para no aumento do crescimento de passageiro esperado crescer.

Airbus, which says the technology already exists to fly shorter and more precise routes, today unveils five revolutionary concepts to get passengers from A to B quicker, whilst helping the industry meet its target to halve CO2 emissions by 2050. It's the latest installment in the Future by Airbus -- a vision of sustainable aviation in 2050 already responsible for the radical Concept Plane and Cabin. Now Airbus is looking beyond aircraft design to how the aircraft is operated both on the ground and in the air. Its 'Smarter Skies' concepts are:

A Airbus, a qual diz que a tecnologia já existe para voar rotas mais curtas de mais precisas, hoje revela cinco conceitos revolucionários para levar passageiros de A para B mais rápido, enquanto ajuda a indústria encontrar seu alvo pela metade de emissões de CO2 em 2050. É o mais recente episódio no Futuro pela Airbus – uma visão de aviação sustentável em 2050 já responsável pela radical Concepção Avião e Cabine. Agora a Airbus está olhando além do formato da aeronave para como a aeronave é operada ambas no solo e no ar. Suas concepções de ‘Céus mais Inteligentes’ são:

1. Aircraft launched into continuous 'eco-climb' -- Assisted take-off using renewably powered, propelled acceleration, would see aircraft climb rapidly to their most efficient cruising altitude, reducing emissions and noise. As mega-cities become a reality and space becomes a premium, runways could be shortened to minimise land use.

 

1. Aeronave lançada em continua ‘subida-ecológica’ – Decolagem assistida usando aceleração impulsionada, alimentada renovavelmente, veria a aeronave subir rapidamente para suas altitudes de cruzeiro mais eficientes, reduzindo emissões poluentes e ruidos. Quando mega cidades tornarem-se uma realidade e espaço se tornar  um prêmio, pistas poderiam ser encurtadas para minimisarem uso de pouso.

 

2. Aircraft in 'free flight' and formation along 'express skyways' -- Intelligent aircraft would be able to self-organise and select the most efficient routes ('free flight'), making the optimum use of prevailing weather and atmospheric conditions. Planes could rendezvous in mid-air and flock like birds in formation to reduce drag and thus fuel consumption and emissions

2. Aeronave em ‘voo livre’ e formação ao longo de ‘vias expressas no céu’ – Aeronave inteligente seria capaz de auto-organizar e selecionar as rotas mais eficientes (‘voo livre’), fazendo o uso ótimo de condições meteorológicas e atmosféricas predominantes. Aviões poderiam marcar encontro no ar e voar em bando como pássaros em formação para reduzir arrasto e assim consumo de combustível e emissões puluentes.

3. 'Low-noise' glided approaches and landings -- In descent, aircraft could glide smoothly into airports with engines running in idle, significantly reducing emissions and noise. Slower landing speeds would make shorter runways a viable possibility at both ends of the journey.

3.Voo planado com aproximações e pousos com  ‘Baixo-ruído’ – Na descida, a aeronave poderia planar suavemente para aeroportos com os motores funcionando em marcha-lenta, reduzindo significantemente emissões poluentes e ruído. Velocidades de pouso mais lentas fariam pistas mais curtas [aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro, Brasil] uma possibilidade viável em ambos finais de jornada.

4. Low emission ground operations -- Landing positions could be optimised with enough accuracy for autonomous, renewably powered taxiing carriages to be ready, clearing runways quicker and optimising terminal space to remove runway and gate limitations. Engines could be switched off sooner, further reducing on-the-ground handling emissions.

4. Operações no solo de baixa emissão poluente [e ruído] – Posições de pouso poderiam ser otimizadas com suficiente acuracia por carretas autônomas taxiando com energia renovável para estarem prontas, livrando pistas mais rápido e otimisando o espaço na terminal para remover limitações de portão e pista de pouso. Motores poderiam ser desligados mais cedo, adiconalmente reduzindo emissões poluentes de serviços de reabastecimento e comissaria no solo.

5. Powering future aircraft and infrastructure -- The use of sustainable biofuels and other potential alternative energy sources such as electricity, hydrogen and solar, will secure supply and further reduce aviation's environmental footprint. This will allow the extensive introduction of regionally sourced renewable energy close to airports, feeding both aircraft and infrastructure requirements.

5. Energizando infraestrutura e aeronave do future – O uso de bioconbustíveis sustentáveis e outras potenciais fontes de energia alternativa tais como eletricidade, hidrogênio e solar, assegurarão suprimento e adicional redução da pegada embiental da aviação. Isto permitirá a introdução extensiva de fonte de energia renovável regionalmente próxima de aeroportos, alimentando ambos, aeronave e exigências de infraestrutura.

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