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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ALERT - Solar Wind Can Reach Brazil and Affect Aviation Communication


                   UPDATED 22 SEP 2010
AVIATION ALERT!
From now till Sep 20, 2010 by Brazilian Aeronautics
http://www.swpc.noaa.gov/alerts/index.html

Space Weather Alerts

Click on this link to watch a video for supplementary understanding in 3D
Clique neste link para ver um video para entendimento suplementar em 3 dimensões.

http://www.nature.com/ncomms/journal/v1/n6/extref/ncomms1077-s2.avi  UPDATING Atualização

Reference: Byrne, J.P. et al. Propagation of an Earth-directed coronal mass ejection in three dimensions. Nat. Commun. 1:74 doi: 10.1038/ncomms1077 (2010).

Cracks in Earth's Magnetic Shield

Rachaduras no Escudo Megnético da Terra

A solar wind stream is buffeting Earth's magnetic field.

Um fluxo de vento solar está esbofeteando o campo magnético da Terra.

Earth is surrounded by a magnetic force field - a bubble in space called "the magnetosphere" tens of thousands of miles wide. Although many people don't know it exists, the magnetosphere is familiar. It's a far flung part of the same planetary magnetic field that deflects compass needles here on Earth's surface. And it's important. The magnetosphere acts as a shield that protects us from solar storms.

A Terra é envolta por um campo de força magnética - uma bolha no espaço chamada "a magnetosfera" com largura de dezenas de milhares de milhas. Embora muitas pessoas não conheçam que ela existe, a magnetosfera é familiar. Ela é uma parte lançada do mesmo campo magnético planetário que desvia a agulha da bússola aqui na superfície da Terra. E ela é importante. A magnetosfera age como um escudo que nos protege de tempestade solares.

According to new observations, however, from NASA's IMAGE spacecraft and the joint NASA/European Space Agency Cluster satellites, immense cracks sometimes develop in Earth's magnetosphere and remain open for hours. This allows the solar wind to gush through and power stormy space weather.

De acordo com novas observações, de qualquer modo, da nave espacial IMAGE da NASA e do conjunto de satélites do Agrupamento da Agência Espacial NASA/Europeia, imensas rupturas algumas vezes desenvolvem-se na magnetosfera da Terra e permanecem abertas por horas. Isto permite o vento solar jorrar e potencializar condições meteorológicas de tempestade no espaço.

The solar wind is a stream of electrically charged particles (electrons and ions) blown constantly from the Sun.  (The solar wind transfers energy from the Sun to the Earth through the magnetic fields it carries and its high speed (hundreds of miles/kilometers per second). It can get gusty during violent solar events, like Coronal Mass Ejections (CMEs), which can shoot a billion tons of electrified gas into space at millions of miles per hour.

O Vento solar é um fluxo de partículas carregadas eletricamente (elétrons e íons) sopradas constantemente do Sol. O vento solar transfere energia do Sol para a Terra, através de campos magnéticos que ele [vento] carrega e da sua alta velocidade (centenas de quilômetros por segundo). Ele pode alcançar rajadas durante eventos solares, como Ejeções de Massa Coronal - CMEs, as quais podem disparar bilhões de toneladas de gas eletrificado no espaço a milhões de milhas por hora.

EVENTOS ANTERIORES ESTUDADOS
No dia 12 DEC 2008, uma proeminente erupção foi observada pelas duas sondas espaciais STEREO enquanto a nave estava em quadratura próxima de 86.7º de separação (Fig. 1a). As erupções foram visíveis nas coordenadas 50 a 55º Norte, às 03:00 horas UT. A proeminência é considerada pelo material interno da CME, o qual foi primeiro observada às 05:35 UT (Fig. 1b).
 

Observe que frente do vento solar (protons) é iniciada aproximadamente 4 horas após a erupção dependendo da magnitude da erupção

A chegada da frente da CME ao Polo da Terra foi entre 08:09 e 13:20 UT do dia 16 DEZ 2008 de acordo com os dados executados em simulação. Após 4 dias da erupção (4 dias + 5 a 10 horas).

Em distâncias grandes do Sol, os efeitos de arrasto tornam-se importantes quando a velocidade da CME aproxima-se daquela do Vento Solar.

Neste evento passado, foi encontrado que a força de arrasto é de fato suficiente para acelerar a CME para a velocidade do Vento Solar e quantificar que as forças cinemáticas estão consistentes com o sistema de arrasto aerodinâmico (turbulento, quando confrontado à viscosidade, dominantes efeitos)


Veja video da explosão solar detectada por sondas espaciais em 01 AGO 2010 e está se dirigindo para Terra
http://www.youtube.com/watch?v=UQA2iww7HSI
http://spaceweather.com/

NASA artistic conception

Ministério da Aeronáutica
Brasil

Nota Oficial



O Comando da Aeronáutica informa que estarão em vigor, até o dia 20 de setembro, medidas adicionais de segurança para o tráfego aéreo brasileiro como prevenção a possíveis interferências nas comunicações satelitais na área de controle do espaço aéreo de Brasília. Tais interferências são naturais e ocorrem por conta do alinhamento entre o sol e o satélite de comunicação, com duração de três a dezesseis minutos, geralmente entre 14h45min e 15h00min (horário de Brasília).


As medidas adicionais de segurança são:


- Suspender todas as decolagens de Brasília cinco minutos antes do início das interferências;


- Autorizar novas decolagens imediatamente após cessar tal fenômeno;


- Indicar frequências alternativas para todas as aeronaves em voo na região de Brasília dez minutos antes do início do fenômeno.


Essas medidas já foram comunicadas às companhias aéreas e suas tripulações já têm pleno conhecimento dos procedimentos a serem realizados.


Ressaltamos que o conjunto de medidas tem caráter preventivo de forma a manter os padrões de segurança da atividade aérea no País.


Atenciosamente,


Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Quando o NORTE se torna SUL - Bússola






Pilotos em vários aeroportos têm relatado problemas de navegação que envolve informações errôneas de proa. Autoridades culpam anomalias magnéticas em áreas no solo.

A Terra, com seu núcleo de Ferro e Niquel, comporta-se como um magneto esférico, envolto pelo campo magnético que assemelha-se com o campo magnético associado com um magnéto bipolar - isto é, um magneto com um polo NORTE e um polo SUL.

O campo magnético varia em intensidade de local para local e também com o tempo. O Centro Nacional Dados Geofisico dos Estados Unidos - NGDC diz que a intensidade é tão irregular que "ela deve ser medida em muitos lugares para conseguir um quadro satisfatório de sua distribuição". A medição de sua intensidade e vários componentes de intensidade, acompanhados de outros fatores, são obtidos via satélites, e por cerca de 200 observatórios magnéticos ao redor do mundo.

Um dispositivo chamado agulha de declinação identifica o polo NORTE como o lugar onde o final norte da agulha está abaixo; no polo magnético SUL, o final norte da agulha de declinação está acima.
Mudanças lentas nas medições indicam que o reforço no campo magnético pode estar declinando e que os polos magnéticos estão movendo.
Dados indicam que, durante o tempo, o campo magnético da Terra tem estado através de ciclos de reforço e fraqueza eque sua polaridade tem mudado - isso é, os polos NORTE e SUL magnéticos têm se invertido.

"Baseado nas medições de...campo magnético da Terra tomados desde 1850, alguns paleontologistas estimam que o momento bipolar enfraquece em cerca de 1300 anos", diz o NGDC. Mesmo se uma inversão começa, " ela ainda levaria vários milhares de anos para completar. Nós experamos que a Terra ainda teria um campo magnético durante uma inversão, mas seria mais fraco do que o normal, com múltiplos polos magnéticos".

As consequências?
"Radiocomunicações deteriorariam, navegação pela bússola seriam difíceis e a migração de animais poderia ter problamas", diz o NDGC.

U.S. NGDC Geomagnetic Field
www.ngdc.noaa.gov/geomag/faqgeom.shtml
Layton, Julia - How StuffWorks: What is a Geomagnetic Substorm?http://science.howstuffworks.com/geomagnetic.htm

Na Inglaterra, o relatório da agência AAIB = Air Accidents Investigation Branch focou no acidente de 31 OUT 2006, evento no qual a tripulação de uma aeronave HS-800 XP, após a decolagem do aeroporto da cidade de Londres (LCY) com destino Bruxelas, Belgica, observou uma diferença de 60 graus entre proas indicadas nos dois PFD = Primary Flight Displays ( PFD 1 e PFD 2 ), e uma diferença de 15 graus entre as proas apresentadas no PFD 1 e o instrumento AUXILIAR combinado. As bandeiras FD vermelhas apareceram nos PFDs e ambos diretores de vôo ficaram "indisponíveis", dizia o relatório.

Os pilotos, em conformidade com a seção dos procedimentos de emergência do QRH = Quick Reference Handbook, selecionaram AHRS 1 (sistema 1 de referência de atitude e proa) como a fonte para ambos
conjunto de instrumentos. Após 10 minutos, o problema não tinha sido solucionado e os pilotos - as únicas pesoas no avião - receberam vetoração radar para o retorno ao aeroporto da cidade de Londres.

Antes do vôo, no solo em Londres, os pilotos tinha observado as bandeiras vermelhas AHRS e HDG (proa) em ambos PFDs, indicando que as indicações de proa estavam não confiáveis, dizia o relatório.

"Os pilotos comentaram que isto era uma "falha conhecida" em Londres na qual eles achavam que era associada a "estruturas de metais nas taxiways", dizia o relatório.
As bandeiras vermelhas desapareceram quando o avião estava alinhado na Pista 28, mas após a partida, os pilotos não puderam controlar a proa da aeronave enquanto usando o Piloto Automático "porque nem o
'bug' seletor de proa moveria em resposta à rotação do controle seletor de proa".

Durante a investigação, a agência AAIB recebeu vários similares eventos que tinham sido detalhados em relatórios de perigo.
Fonte: Aero World Safety